Mercado deve crescer até 11,7% em 2024

Mercado deve crescer até 11,7% em 2024

O faturamento do mercado de seguros atingiu R$ 663 bilhões no ano passado, segundo projeções da CNseg. De acordo com a entidade, esse valor é 10,4% maior que o registrado em 2022.

A projeção da confederação para 2024 é ainda mais otimista. Para a CNseg, o mercado segurador deve crescer este ano algo em torno de 11,7%.

Ainda segundo a entidade, o setor pagou R$ 207,2 bilhões em indenizações, resgates, benefícios e sorteios nos primeiros 11 meses de 2023, excluindo os dados relacionados à Saúde Suplementar.

Esse valor foi 3,4% maior que o apurado no mesmo período, em 2022. “Esse montante também superou em 22,5% os R$ 169,2 bilhões pagos pelo Governo Federal aos beneficiários do Bolsa Família em todo o ano anterior”, destaca a CNseg, em comunicado.

 Apenas em novembro, foram aproximadamente R$ 19 bilhões em pagamentos, mais de R$ 4 bilhões maior do que o realizado pelo programa governamental no período.

O texto informa ainda que novembro também foi destaque em arrecadação, uma vez que apresentou a uma das melhores taxas de crescimento do ano passado. Com 14,7%, esse mês ficou atrás apenas de janeiro, que avançou 19,7%.

O aumento na demanda por produtos de seguros em 2023 foi identificado pela CNseg também no acumulado do ano, quando, de janeiro a novembro, ocorreu a evolução de 8,9% em relação a 2022, com mais de R$ 351 bilhões arrecadados no consolidado de todos os ramos, sem Saúde Suplementar.

Dentre os grupos de produto do setor, no período analisado pela Confederação, observou-se um aumento expressivo na procura pelos seguros de Crédito e Garantia (+18,2%), que assegura proteção contra inadimplência e provê garantia em contratos; os Patrimoniais (+17,3%), que compreendem os seguros Condomínio, Residencial e Empresarial; o Habitacional (+12,4%), obrigatório em financiamentos imobiliários; e o de Vida (+12,4%). Em termos de retorno aos clientes, foram destaques os seguros de Crédito e Garantia (+58,5%), o Viagem (+43,4%), os planos de Previdência Tradicional (27,9%) e os seguros Patrimoniais (+14%).

Fonte: CQCS

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